Marco absoluto do falso documentário musical, o filme acompanha a fictícia banda Spinal Tap durante uma desastrosa turnê pelos Estados Unidos, sob o olhar do cineasta Marty DiBergi.
O longa satiriza com precisão o universo do rock, expondo egos inflados, excessos e a teatralidade do gênero. Com diálogos em grande parte improvisados por Christopher Guest, Michael McKean e Harry Shearer, constrói um humor seco e absurdo que se tornou referência.
Entre o ridículo e o genial, o filme desmonta com afeto e ironia os clichês dos documentários musicais e da própria mitologia do rock.
DireçãoRob Reiner