Da periferia de Caracas aos grandes clubes da Europa, o filme conta a história da vertente eletrônica Raptor House, criada por DJ Babatr no fim dos anos 1990. Misturando tech house pesado, ritmos caribenhos e cultura de rua, o gênero nasceu nas matinês dos bairros populares e rapidamente se transformou em trilha sonora de uma geração marginalizada. Entre CDs piratas, batalhas de dança, violência, preconceito e repressão policial, o documentário revela como essa cena sobreviveu ao estigma da cultura tuki até renascer internacionalmente graças à internet e à cena eletrônica queer. Frenético, vibrante e cheio de energia, o filme transforma resistência em pista de dança.
DireçãoRoberto López Buschbeck