O documentário expõe o poder — estético, ideológico e estratégico — da arquitetura na criação da Jerusalém moderna. Em 1967, Israel conquistou Jerusalém Oriental e declarou Jerusalém a capital unida e indivisível do Estado de Israel. A partir de então, buscou repartir a cidade — materialmente indivisível e esteticamente disruptiva. O filme nos leva a uma jornada para entender como o design participou da invisível guerra de anexação.
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